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A Datilógrafa do Rés do Chão

A Datilógrafa do Rés do Chão

27
Mai21

As Sete Mortes de Evelyn Hardcastle

Stuart Turton

Filipa Pinto

Sinopse:

O que começa como uma celebração termina em tragédia. Os Hardcastle organizaram uma festa em Blackheath, a sua casa de campo, para anunciar o noivado da filha Evelyn. No final da noite, quando fogos de artifício explodem no céu, a jovem é morta

Mas Evelyn não vai morrer uma vez só. Enquanto Aiden Bishop, um dos convidados, não resolver o seu assassinato, o dia vai repetir-se constantemente, sempre com o mesmo final triste.

A única maneira de quebrar este ciclo é identificar o assassino. De cada vez que o dia fatídico recomeça, Aiden acorda no corpo de um convidado diferente. E alguém está determinado a impedir Aiden de escapar de Blackheath.

Quão perdido tens de estar para deixares o diabo conduzir-te a casa?

As Sete Mortes de Evelyn Hardcastle.jpeg

Opinião:

Após ter andado às voltas com imensos livros e os deixar a meio desde o inicio do ano, vi este livro à venda, li a sinopse e fui à procura de mais informações. Quando li algures que este policial do Stuart Turton tinha uma vibe muito parecida com os romances de Agatha Christie, fiquei muito entusiasmada. Para quem não sabe, eu sou uma aficionada por Hercule Poirot e Miss Marple desde muito pequena, então vi neste livro uma oportunidade para sair da reading slump terrível em que me encontrava. 

Assim que abri o livro, adorei o facto de recebermos um convite para o baile de máscaras na mansão Blackheath com a lista de convidados e um pedido enigmático no fim. 

Pedimos a todos os convidados que evitem falar sobre Thomas Hardcastle e Charlie Carver, uma vez que os eventos trágicos que os envolveram ainda causam grande dor à família.

Se isto não aguça logo a curiosidade de um leitor, não sei o que poderá aguçar.

 

12
Mai21

Parar e sentir

Filipa Pinto

pararesentirfotoblog.jpeg

Ultimamente, tenho acordado todas as manhãs perto das 7 horas com alguma intranquilidade vinda de uma noite agitada. Hoje não foi exceção e, quando meti as pernas fora de cama, fui invadida por uma necessidade quase fisiológica de sentir alguma tranquilidade que me é oferecida em momentos de conexão com alguns objetos, cheiros, cores ou memórias. Tal não foi a minha surpresa quando meti os pés na rua e fui assaltada por um cheiro caracteristicamente familiar.

De imediato, como se tivesse tocado num botão de transporte, senti-me transportada para a minha escola da primária e para o caminho que o meu pai costumava utilizar, no meio de abetos e natureza, para fazer as suas caminhadas matinais perto do café do Sr. Américo. Inspirei o cheiro a chuva e terra molhada ficando com o alento necessário para começar um novo dia.

 

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